Páginas

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Surpresa de aniversário

~+Kid Crazzy

Surpresa de aniversário



"Parabéns pra você, nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida…” Assim como todas as noites, ao longo de cinco anos e meio, Marisa canta Parabéns com os olhos cheios de lágrimas no canto de sua cela.
Sou uma mulher de alma boa, embora muitas pessoas aqui no xadrez e aí fora digam o contrário. Eu sei que no fundo não sou má, mas compreendo toda a raiva e repúdio que sentem por mim. Afinal, cometi um ato horrendo e muito grave. Mas juro que tudo que fiz foi por amor, um amor incondicional e infinito ao meu marido. Era seu aniversário naquele dia frio e chuvoso. Nunca vou me esquecer daquele olhar impressionado do Nilton, realmente ele não acreditou no que estava vendo em sua frente.
Muitas companheiras de cela e até policiais já tentaram me matar aqui, nesse inferno de concreto e grades. Nos primeiros anos, eu trabalhava lá no pavilhão quatro junto com as detentas consideradas de alta periculosidade. Mas depois de algumas brigas, a diretora decidiu me isolar nessa cela pequena, escura e fedida de onde escrevo este triste relato.
Meu único passatempo é escrever este tipo de carta, na esperança de entregar para alguém que venha me visitar um dia. Algo que acho muito difícil de acontecer, pois sou mais odiada que o próprio Demônio.  
Tudo que fiz foi por amor, por paixão e por admiração. Gosto de deixar isso bem claro. Era o meu presente, o melhor que podia dar naquela data tão especial. Estava dando para o Nilton a liberdade e uma nova vida de casal apaixonado. Sei que vocês não me entenderão nunca e também já estou me conformando com a loucura, pois nesses últimos anos ela tem sido a minha melhor amiga. Já acostumei a ser chamada de psicopata, doida e maluca. Considero como um elogio.
A pior parte é ficar escutando aqueles choros e latidos malditos na hora de dormir. Com isso ainda não me acostumei. Não sei por que o Nilton não quis provar um pedaço do bolo de chocolate, estava tão delicioso. Montei toda a festa surpresa com carinho e dedicação. Decorei a casa com enfeites, dei banho e arrumei as crianças, preparei o bolo, os doces e os salgados. Fiz tudo isso durante a tarde, enquanto ele trabalhava. Mas em troca fui humilhada, espancada e presa.
Eu estava tão linda naquele dia, toda maquiada, produzida e elegante. Nem parece a minha situação deplorável dos dias atuais. Hoje me encontro acabada, com dentes quebrados, olhos roxos de tanto apanhar, cabelos desgrenhados, sujeira de cadeia impregnada no corpo e aparência abatida. Ontem mesmo, fui estuprada e espancada por dois policiais. Eles falaram que eu mereço coisas bem piores pela atrocidade que cometi. Sofro calada, pois aqui ninguém vê e nem ouve nada. Todas as presidiárias são tratadas como lixo ou até pior que lixo.
Os porcos fardados entraram de noite na minha cela. Chegaram chutando o meu prato de comida e rasgando minhas folhas de anotações, por sorte essa que escrevo não rasgaram. Um deles me deu uma surra de cassetete e quebrou o meu braço, o outro cortou os bicos dos meus seios com um canivete enferrujado. Pense numa dor descomunal, é essa.
O meu grito de nada adiantou, pois esses abusos policiais eram rotina na penitenciária feminina Belmiro Fontes. Perdi a conta das vezes que fiquei grávida e tive que fazer abortos improvisados aqui na cadeia, com a ajuda desses mesmos policiais nojentos.
Nessa minha vida de cão, só tenho um desejo para realizar antes de morrer. Quero encontrar o Nilton quando sair daqui, dar um beijo em sua boca e falar que o amo do fundo do meu coração. Apenas isso, entretanto sei que é quase impossível, porque ele não quer me ver nunca mais.
No dia do acontecimento, ele me agrediu e falou que desejava muito a minha morte de forma dolorosa. Bom, mas ainda tenho vinte e quatro anos de prisão para cumprir. Talvez, depois desses anos todos, ele mude de ideia. A esperança é a ultima que morre.
Vou descrever o ato execrável que cometi. Mas antes, quero me desculpar e pedir perdão para toda a minha família, amigos e principalmente para o meu amor Nilton. Foi um ato frio e horroroso, porém confesso que não me arrependi e faria tudo novamente.
Sempre fui uma mulher extremamente ciumenta e carente de atenção, isso desde a minha infância.Nunca gostei de dividir nada com ninguém e foi justamente por isso que eliminei do meu caminho a concorrência. Esse egoísmo e ciúme doentio estão me consumindo e me destruindo aos poucos.
Todos que me julgam louca, não me conhecem totalmente. Eu não me conheço totalmente e não sei do que ainda sou capaz de fazer. Certamente, depois disso que irei relatar vocês irão me odiar e me comparar ao Demônio. Talvez eu seja mesmo um monstro. Mas sou um monstro que ama o Nilton.
Era uma quinta-feira gelada e chuvosa, aniversário do meu marido. Apesar de estar chateada e incomodada com a falta de atenção e o desrespeito que ele me tratava, mesmo assim decidi fazer uma festa surpresa. Seria com essa festa e principalmente com o bolo que iríamos celebrar uma nova vida de marido e mulher. Iríamos comer um delicioso bolo de chocolate, eliminando totalmente a concorrência de nossas vidas. Mas ele não quis comer nenhum pedaço. Perdeu, pois estava tão saboroso!
Nossos filhos, Mariana de cinco anos e Pedrinho de três, me ajudaram com os brigadeiros e as coxinhas. Depois enfeitamos com bexigas e fitas coloridas a sala. Estávamos todos alegres e ansiosos pela chegada de Nilton. Ainda era por volta de meio-dia quando acabamos de decorar todo o apartamento. Mas faltava o principal de uma festa de aniversário, o bolo.
Morávamos num apartamento pequeno e simples. Sempre fui uma boa dona de casa e deixava tudo arrumadinho e brilhando. Éramos uma família feliz, eu, o Nilton, as crianças e nossa cadelinha Nelly, uma poodle muito sapeca. O problema era comigo, ninguém vai conseguir entender direito o tamanho da brutalidade desse crime chocante. Eu me sinto bastante confusa até hoje. Mas fato é que fiz e ponto final. Eu matei todos que incomodavam o nosso casamento.
Naqueles últimos anos, Nilton não prestava mais atenção em mim. Eu mudava radicalmente o meu estilo, minhas roupas e o meu cabelo. Mas ele nem percebia, estava me ignorando, só queria saber do trabalho e dos filhos. Dava mais atenção até para Nelly, que não desgrudava dele nunca. Cansei disso, estava perdendo espaço até para uma cachorra, um absurdo!
Durante a tarde, uma crise de fúria e desespero me tomou. Acho que não era loucura, parecia mais um espírito perverso, um encosto me dominando. Não conseguia mais me concentrar na preparação do bolo. Aquela cadela do inferno não parava de latir e lamber minhas pernas. Não pensei duas vezes, estava com os nervos à flor da pele.
Peguei uma faquinha pequena e furei os dois olhos da bichinha, que ficou gemendo igual uma condenada. O sangue começou a lavar a cara branca de Nelly, ela estava apavorada de medo. Liguei o liquidificador, segurei a maldita pelo pescoço e enfie sua carinha na lâmina afiadíssima que girava em alta velocidade.
No canto da cozinha, as crianças ficaram chorando e tremendo de medo ao presenciar essa terrível cena. Mariana tentou tapar os olhos de Pedrinho e começou a gritar para eu parar de fazer aquilo com a Nelly. Tarde demais, junto com o sangue que jorrava pela pia, havia dentes, focinho retalhado e tufos de pêlo. A cabeça da cachorra ficou desfigurada, com as vísceras e miolos aparecendo. O mais impressionante é que ela ainda estava viva. Então, simplesmente peguei um facão e cortei a cadela em mais de cinquenta pedacinhos. Minha pia parecia um açougue macabro.
Coloquei todas as partes cortadas daquele bicho imundo em cima da mesa branca, que logo ficou vermelha de sangue. Lavei minhas mãos e braços e continuei batendo a massa do bolo. As crianças começaram a correr pelo apartamento num pânico total. Peguei uma bacia grande, despejei a massa, amolei o facão e fui atrás daqueles pirralhos.
Puxei a Mariana pelos cabelos, ela gritava e chorava de medo. Pedrinho pulou em cima de mim tentando me morder. Coitado do verme, com um forte golpe de facão arranquei o seu bracinho, que caiu no chão da sala. Pedrinho desmaiou na hora e o sangue escorreu pelo piso de madeira.
Mariana não gritava mais, somente chorava e rezava baixinho enquanto eu estava amarrando-a na cadeira da cozinha. Deixei-a de frente para a mesa com os restos da Nelly e a bacia de massa. Ela me perguntava direto qual era o motivo de eu estar cometendo aquelas barbaridades e implorava para eu parar, dizendo que me amava apesar de tudo. Mas no meu coração só cabia o Nilton, só ele. Estava possuída pelo Satanás enciumado, só pode! Mariana dizia:
- Mamãe, pare com isso! Por favor, nós te amamos. Você tem o meu perdão pela morte da Nelly e por cortar o braço do meu irmão. Vamos acabar com isso. Hoje é aniversário do papai, não era pra acontecer tudo isso. Queria que fosse um dia maravilhoso, de muita paz, alegria e felicidade. Vamos chamar a polícia e a ambulância. Vamos acabar com todo esse terror sem sentido. Eu imploro!
Esperei ela acabar o discurso patético, bati palmas e com um golpe certeiro de facão cortei a sua cabeça, que rolou pelo chão da cozinha. No corpo amarrado na cadeira joguei álcool e depois taquei fogo. Comecei sentir vontade de dar risada de tudo, não respondia mais pelos meus atos. Naquele instante, minha obrigação era preparar o delicioso bolo de carne, miolos e vísceras.
Com violentos golpes de martelo e machadinha, despedacei a cabeça de Mariana e o braço de Pedrinho para misturá-los aos pedaços da cachorra e à massa do bolo. Enquanto preparava a calda de chocolate, o pirralho que estava desmaiado se levanta e começa gritar e chorar incessantemente.
Ainda com o martelo e a machadinha, avancei para cima de Pedrinho e o estraçalhei com uma raiva gigantesca. O meu apartamento estava cheio de sangue, as paredes ficaram vermelhas. A escuridão reinava naquele ambiente pesado.
Estava anoitecendo e a hora de Nilton chegar do trabalho se aproximava. O lindo bolo já estava pronto, com uma deliciosa calda de chocolate cobrindo os restos mortais das crianças e da cadela. Tomei um banho quente e relaxante, me masturbei pensando na nova vida que teria com o meu marido e coloquei um vestido preto. Finalmente, a porta se abre e Nilton entra assobiando pela sala como sempre fazia. Fiquei em pé atrás da mesa e comecei bater palmas, cantando Parabéns.
Nilton para de assobiar, senti um cheiro forte de carniça vindo da cozinha e percebe que há manchas de sangue pelo chão e pelas paredes da sala. Nelly que sempre pulava em sua perna não aparece, ele acha tudo muito estranho. Ao entrar na cozinha fica chocado com a cena tenebrosa. Sangue por todo canto, móveis queimados, ferramentas e facas espalhadas pelo chão, pedaços de corpos em cima da mesa e um bolo nojento rodeado de moscas. É a visão de um verdadeiro circo dos horrores.
As velas indicando a idade foram feitas com os dedos do filho. Marisa arrancou e colou os dedos de Pedrinho, formando o número 41. Um ato extremamente bizarro e grotesco. Nilton desesperado esbraveja:
- Mas que porra é essa? Cadê meus filhos? Você está louca, doente? Não me diga que você... Sua psicopata do inferno!
Marisa estava cortando um pedaço do bolo para oferecer ao marido. Ela estava achando tudo uma maravilha, sua mente não conseguia mais diferenciar o mundo real da fantasia e nem o certo do errado. Com muita raiva, Nilton chuta a mesa e começa espancar a esposa desnaturada. Ele enche de pancadas a psicopata e depois resolve chamar a polícia. O cenário é de extremo terror.
Os poucos vizinhos do prédio aparecem para ver o mais terrível e chocante crime da pacata cidade de Miratan do Sul. Todos aplaudem o momento da prisão da mulher louca, que entra no camburão cantando Parabéns e gritando que ama infinitamente o marido.
Nilton se mudou para uma cidade bem longe e iniciou um longo tratamento psicológico para superar o trauma. Dizem que até hoje, aquele apartamento abandonado é habitado pelos espíritos das crianças e da cachorra. Todas as noites, os vizinhos escutam gritos, choros e latidos.
Uma surpresa de aniversário realmente inesquecível!.

O lado negro de Zelda-part #1

     
    ~ Beky


     O LADO  NEGRO  DE ZELDA  -part 1#


Boa leitura Meus Adoráveis Psicopatas !

Olá, meu nome é Matt, mas podem me chamar de Jadusable (Meu nickname). Eu me mudei recentemente para o meu dormitório do colégio, começando como um aluno de 2º grau, e um amigo meu me deu o seu velho Nintendo 64 para que eu jogasse. Eu estava impressionado em saber que eu finalmente poderia jogar todos os jogos antigos da minha infância, que eu não tocava em pelo menos uma década. O seu Nintendo 64 veio com um controle amarelo e uma cópia de má qualidade do Super Smash Brothers, e como querer não é poder, não preciso dizer que não demorou muito até eu ficar cansando de ficar ganhando dos CPUS.
Naquele final de semana eu decidi dar uma volta por algumas vizinhanças durante uns 20 minutos, parando em todas as vendas de garagens, esperando conseguir alguns jogos por um preço bom de pais ignorantes. Eu acabei comprando uma cópia de Pokémon Stadium, Goldeneye (Isso ai, porra), F-Zero, e outros dois controles por 2 dólares. Satisfeito, eu comecei a ir embora da vizinhança, quando uma ultima casa me chamou a atenção. Ainda não faço idéia por que, mais algo meio que me arrastou até lá. Normalmente eu tenho auto confiança sobre essas coisas, então sai do carro e fui saudado por um homem velho. Sua aparência era, por falta de uma palavra melhor, desagradável. Isso era estranho, pois se você me perguntasse porque ela era desagradável, eu realmente não conseguiria apontar nada – Somente tinha alguma coisa nele que me deixava perturbado, não consigo explicar. Tudo que eu posso te dizer, é que se não fosse no meio da tarde e tivessem pessoas por perto, eu nem pensaria em me aproximar desse homem.
Ele deu um breve sorriso para mim e perguntou o que eu procurava, e imediatamente eu notei que ele era cego em um dos seus olhos; Seu olho direito tinha uma aparência meio que “vidrada”. Eu fui então forçado a olhar no seu olho esquerdo, tentando não ser ofensivo, e perguntei se ele tinha alguns jogos de vídeo game antigos.



 Eu já estava pensando em como me desculpar sobre toda a situação quando ele me dissesse que não fazia idéia do que era um vídeo game, mas para a minha surpresa, ele disse que tinha alguns em uma caixa velha. Ele me disse que voltaria “rapidinho” e se virou para entrar na garagem. Enquanto ele ia para lá, não pude deixar de notar o que ele vendia em sua mesa. O que estavam lá eram, literalmente… Pinturas peculiares; Varias pinturas que pareciam com bolhas de tinta que um psiquiatra te mostraria. Curiosamente, eu os verifiquei – era obvio porque ninguém visitava a venda de garagem desse homem, os quadros não eram esteticamente agradáveis. Quando eu cheguei no ultimo, por algum motivo ele parecia quase igual a Majora’s Mask – A mesma mascara em forma de coração com pequenos espinhos apontando pra fora. Inicialmente eu achei que era só porque eu esperava achar esse jogo nessas vendas de garagem, mas em conta aos eventos que aconteceriam a seguir, não tenho mais tanta certeza assim. Eu deveria ter perguntado ao homem sobre isso. Eu queria ter perguntando ao homem sobre isso.
Depois de tanto olhar naquela mancha de tinta com formato da Majora’s Mask, eu olhei para trás e o homem repentinamente estava lá, parado, sorrindo pra mim. Eu admito que até pulei com o susto, e nervosamente ri quando ele me deu um cartucho de Nintendo 64. Era um cartucho regular inteiramente cinza, exceto que alguém tinha escrito “Majora” atrás dele com tinta permanente. Meu estomago até gelou com toda essa coincidência e eu o perguntei quanto ele queria pelo cartucho.
O velho sorriu para mim e disse que eu poderia te-lo de graça, que ele pertencia a um garoto que era mais ou menos da minha idade e que não morava mais lá. Tinha algo suspeito quando o homem disse isso, mas eu realmente não prestei muita atenção, pois estava muito animado em não só por achar aquele jogo, mas também por pega-lo de graça.
No inicio eu não fiquei muito esperançoso com isso, já que aquele cartucho era bem velho, e não tinha garantia de que ele funcionaria, mas então o meu lado otimista me dizia que talvez aquela poderia ser uma versão beta ou pirateada do jogo que eu queria tanto jogar, para trazer aquela sensação de nostalgia de volta. Eu finalmente agradeci o homem, e ele sorriu pra mim e me desejou tudo de bom, dizendo “Adeus então! (Goodbye then!)” – pelo menos foi isso que soou pra mim. No caminho voltando pra casa eu ficava desconfiado, pensando se ele tinha dito alguma outra coisa. Os meus medos se confirmaram quando eu coloquei o jogo (Que para a minha surpresa, funcionou sem problemas) e lá tinha um Save File nomeado simplesmente de “BEN”. “Adeus Ben (Goodbye Ben), ele tinha dito “Adeus Bem”. Eu me senti mal pelo homem, obviamente um avô e obviamente ficando senil, e eu – por alguma razão – o lembrei de seu neto “Ben”.
Só por curiosidade eu verifiquei o Save File. Só de primeira vista, dava pra ver que ele já estava bem longe no jogo – ele tinha quase todas as mascaras e ¾ dos chefes derrotados. Eu também notei que ele usou uma estatua de coruja para salvar seu jogo, estava no Dia 3 e no Stone Tower Temple com pouco mais de 1 hora antes da lua cair. Eu pensei que realmente era uma pena ele ter chegado tão perto de zerar o jogo, mas que nunca pode terminá-lo. Criei um novo Save File com o nome “Link” como sempre e comecei o jogo, pronto para reviver a minha infância.
Para um cartucho tão simples como esse, me surpreendi em como o jogo rodou tão bem – literalmente igualzinho a uma cópia original do jogo, tirando alguns pequenos problemas aqui e ali (Como texturas aonde não pertenciam, flashes estranhos de filmes do jogo em certos intervalos, mas nada tão ruim assim). Porem, a única coisa que era um pouco perturbadora era que as vezes os NPS’s (Non-Playabe-Characters) me chamavam de “Link” e outras vezes, me chamavam de “Ben”. Achei que era só um bug – algum problema no cartucho que fazia com que nossos Save Files se misturassem ou algo assim. Isso meio que me assustou depois de um tempo, até que, pouco depois que passei da Woodfall Temple, eu fui até os meus Save Files e deletei “BEN” (Eu inicialmente pretendia preservar o Save File, em respeito ao dono original do jogo, mas eu não precisava de 2 arquivos mesmo), esperando que isso resolvesse o problema. Resolveu e não resolveu, pois depois disso os NPS’s não me chamavam de nada. Tinha somente um espaço vazio aonde o meu nome deveria estar (Meu Save File ainda estava com o nome “Link”). Frustrado, e com muita lição de casa pra fazer, eu deixei o jogo de lado por um dia.
Eu comecei a jogar o jogo novamente na noite passada, pegando os Lens of Truth e tentando completar o Snowhead Temple. Agora, alguns dos jogadores mais hardcores do Majora’s Mask sabem do “Glitch do 4 Dia” – para aqueles que não sabem, podem procura-lo no Google, mas a idéia é a seguinte: bem na hora que o relógio for bater em 00:00:00 no ultimo dia, fale com o astrônomo e olhe pelo telescópio. Se fizer isso corretamente, o relógio some e você tem mais um dia inteiro para terminar tudo que você estava fazendo. Decidido a fazer o glitch para tentar zerar o Snowhead Temple, eu consegui faze-lo corretamente na minha primeira tentativa, e o relógio desapareceu da tela.
Porem, quando eu apertei B para sair do telescópio, ao invés de ser saudado pelo astrônomo, eu me encontrei na sala do chefe Majora no final do jogo (A pequena arena encaixotada), encarando o Skull Kid flutuando logo acima de mim. Não tinha som, somente ele flutuando acima de mim e a musica de fundo, que era a normal da fase (Mas ainda assim assustadora). Imediatamente as minhas mãos começaram a suar – Isso definitivamente não era normal. Skull Kid NUNCA aparecera ali. Eu tentei andar pela área, mas não importava aonde eu ia, Skull Kid sempre ficava olhando para mim, me encarando, sem dizer absolutamente nada. Nada acontecia além disso, e isso continuara por mais ou menos 1 minuto. Achei que o jogo tinha bugado – mas já estava começando a duvidar muito disso.
Eu já estava indo apertar o botão Reset do vídeo-game, quando o texto apareceu na minha tela: “You’re not sure why, but you apparently had a reservation… (Você não tem certeza porque, mas aparentemente tem uma reserva…)” Eu instantaneamente reconheci aquele texto – você recebe essa mensagem quando ganha a Room Key do Anju no Stock Pot Inn, mas porque ela apareceu aqui? Eu me recusei na mesma hora a acreditar que o jogo estava querendo se comunicar comigo. Comecei a navegar pela área novamente, procurando para ver se foi algum tipo de botão ou alguma coisa assim que me permitira de interagir com alguma coisa ali, até que eu percebi como eu estava sendo idiota – só de pensar que alguém poderia reprogramar um jogo desse jeito já era absurdo. Até que, 15 segundos depois, uma outra mensagem apareceu na tela, e novamente como a primeira mensagem, ela já existia no jogo: “Go to the lair of the temple’s boss? Yes/No (Ir para o covil do chefe do tempo? Sim/Não)". Eu parei por um segundo, pensando o que deveria escolher e como o jogo reagiria com isso, quando eu percebi que não poderia escolher “No”. Respirando fundo, apertei “Yes” e a tela mudou para um branco total, com as palavras “Dawn of a New Day (O amanhecer de um Novo Dia)” com o subtítulo “||||||||” abaixo delas. O lugar para onde eu fui transportado me encheu com a sensação mais intensa de temor e medo que eu já senti na minha vida.
O único jeito de descrever o que eu senti ali, é tendo um sentimento inexplicável de depressão em uma escala muito profunda. Eu não sou uma pessoa depressiva, mas o que eu senti ali foi uma sensação que eu nunca imaginei que existia – foi uma presença muito retorcida e poderosa que parecia me encher com essa depressão.

Eu apareci em algum tipo de versão Twilight-Zone da Clock Town. Andei para fora da Clock Tower (Como você normalmente faz quando começa o Dia 1), somente para descobrir que todos os habitantes tinham sumido. Normalmente com o “Glitch do Dia 4” você ainda pode achar guardas e o cachorro que fica correndo em volta da torre – agora todos eles tinham sumido. O que os substituíram foi a sensação de que tinha algo lá fora, na mesma área que eu, e que estava me observando. Eu tinha somente 4 corações e a Hero’s Bow, mas nesse ponto eu nem considerava mais o meu avatar, eu sentia que eu mesmo estava em algum tipo de perigo. Talvez a coisa mais aterrorizante era a musica – era a Song of Healing, extraída diretamente do jogo, mas tocada ao contrario. A musica ficava cada vez mais alta, te preparando cada vez mais, fazendo você achar que algo irá pular na sua frente a qualquer momento, porem nada aconteceu, e o loop constante começou a mexer com o meu estado mental.
Em alguns momentos eu ouvia a risada do Happy Mask Salesman no fundo, quieto o bastante para que eu ficasse imaginando se estava realmente ouvindo coisas, mas alto o suficiente para me deixar determinado a achá-lo. Eu procurei nas quatro zones da Clock Town, somente para não achar nada… Ninguém. Texturas estavam faltando. Estava literalmente andando no ar em West Clock Town, toda a área parecia… Partida. Partida sem esperanças. Enquanto a Song of Healing ao contrario se repetia por provavelmente a 50º vez, eu me lembro de ficar no meio da South Clock Town, pensando e notando que eu nunca me senti tão sozinho assim em um vídeo game antes.
Enquanto eu andava pela cidade fantasma, eu não sei se foi a combinação das texturas estranhas, da atmosfera do lugar e da melodia tenebrosa que um dia fora uma musica tão pacifica e calmante, e que se tornara uma melodia distorcida e perturbante, mas eu estava literalmente à beira das lagrimas, e não tinha idéia por que. Eu dificilmente choro, mas alguma estranha e poderosa sensação de depressão me deixava desse jeito.
Eu tentei sair da Clock Town, porem toda vez que eu tentava sair, a tela ficava toda preta e eu simplesmente reaparecia em outra área da Clock Town. Eu tentei tocar a minha Ocarina, só queria fugir, e definitivamente NÃO queria mais ficar naquele lugar, mas toda vez que eu tocava a Song of Time ou a Song of Soaring, um texto dizia “Your notes echo far, but nothing happens (Suas notas ecoam longe, porem nada acontece)”. Nesse ponto, era obvio que o jogo não queria que eu saísse, mas eu não tinha idéia porque ele estava me deixando preso lá. Eu não queria entrar nos prédios, eu achava que eu seria muito vulnerável para o que me aguardava lá dentro. Não sei por que, mas me veio a idéia de que se eu me afogasse no Laundry Pool, eu poderia reaparecer em algum outra área e deixar esse lugar.
Enquanto eu corria em direção ao lago, aconteceu.. O Link segurou sua cabeça, e a tela deu um flash por um momento do Happy Mask Salesman sorrindo para mim – não para o Link – para mim, junto com o grito do Skull Kid no fundo e, quando a tela voltou ao normal, eu estava encarando a estatua do Link (Aquela que aparece quando você toca a musica Elegy of Emptiness). Eu gritei, enquanto aquela coisa me encarava com aquela expressão vazia e aterrorizante. Eu me virei e corri de volta para a South Clock Town, e para o meu horror, a porra da estatua ficava me seguindo, como uma sombra horripilante que criara vida. As vezes, em certos intervalos, uma animação da estatua aparecendo atrás de mim acontecia. Era como se aquela merda estivesse me seguindo, ou – eu nem quero pensar nisso – me assombrando.
Nesse ponto eu já estava à beira da histeria, mas em nenhum momento a idéia de desligar o meu console passou pela minha cabeça. Eu não sei por que, eu estava tão ligado a isso – o terror era tão real. Tentei mexer na estatua, porem essa merda literalmente reaparecia atrás de mim toda vez. Link começou a fazer algumas animações estranhas que eu nunca tinha visto ele fazer, como retorcer os braços aleatoriamente ou dar espasmos randomicamente por exemplo, e logo em seguida a tela dava um flash do Happy Mask Salesman sorrindo para mim por um momento, antes de eu ficar cara a cara com aquela porra de estatua novamente. Eu acabei correndo para o fundo do Swordmaster’s Dojo, não sei por que, mas no pânico e desespero que eu estava, eu só queria uma garantia de que não estava sozinho ali. Para o meu espanto, não achei ninguém lá, porem enquanto em me virava para ir embora, a estatua me encurralou em um canto da área. Eu tentei atacá-la com a minha espada, mas infelizmente sem sucesso. Confuso, e encurralado em um canto, eu simplesmente fiquei parado olhando para a estatua esperando ela me matar. De repente, a tela deu um flash do Happy Mask Salesman novamente, e do nada, Link se virou para olhar a mim, ao lado da estatua, ficando quase idêntico a ela. Os dois literalmente me encarando.O que sobrara da 4 parede foi completamente quebrado, e eu me via correndo para fora do Dojo, completamente assustado e aterrorizado. De repente, o jogo me transportou para um túnel subterrâneo, e a musica Song of Healing revertida novamente voltou a tocar. Eu tive um pequeno tempo de “descanso” até a estatua voltar a aparecer atrás de mim… Desta vez agressivamente – Eu podia dar apenas alguns passos até ela aparecer novamente. Rapidamente, eu corri para fora do túnel e fui parar na Southern Clock Town. Enquanto eu corria sem rumo – completamente em pânico – de repente um Redead gritou, e a tela ficou completamente preta, até a o titulo “Dawn of a New Day” e o subtexto “|||||||||” aparecer novamente.
A tela voltou a aparecer, e eu me encontrava no topo da Clock Tower com o Skull Kid flutuando acima de mim novamente, totalmente silencioso. Eu olhei a lua novamente, apenas alguns metros acima de mim, porem o Skull Kid ficava me encarando com uma expressão aterrorizante, e com aquela porra de mascara Em uma tentativa meio desesperada, eu equipei o meu arco e flecha e atirei uma vez no Skull Kid – e eu o acertei (aquela animação dele levando dano aconteceu). Atirei mais duas vezes e, logo depois da 3 flecha, uma caixa de texto apareceu, dizendo “That won’t do you any good. Hee, hee (Isso não vai te fazer nada de bom. Hee, hee)” e de repente, eu fui levantado no ar, levitando pelas minhas costas, e ai o Link gritou, enquanto ele queimava completamente em chamas, instantaneamente o matando.
Eu tomei um puta susto quando isso aconteceu – eu nunca tinha visto esse ataque ser usado por NINGUEM no jogo, e Skull Kid NÃO tinha esses poderes. Enquanto a minha cena de morte acontecia, com o meu corpo sem vida ainda queimando, o Skull Kid riu no fundo e a tela mudou para um preto total, apenas para me fazer reaparecer no mesmo lugar. Eu decidi atacá-lo de outro jeito, mas a mesma coisa aconteceu: O corpo do Link foi levantado do chão por uma força desconhecida e ele imediatamente queimou em chamas novamente, matando-o. Desta vez na minha cena de morte, alguns sons da Song of Healing revertida puderam ser ouvidos. Em minha terceira (e ultima) tentativa, eu notei que não tinha musica tocando dessa vez, somente um silencio suspeito. Então eu finalmente me lembrei que no seu encontro original com o Skull Kid, você deveria usar a Ocarina para, ou viajar de volta no tempo, ou convocar os gigantes. Eu usei a Ocarina e tentei tocar a Song of Time, porem antes que eu pudesse acertar a ultima nota, o corpo de Link novamente explodiu horrivelmente em chamas e ele morreu.
Quando a cena de morte estava chegando ao fim, o video game começou a fazer barulho, como se o cartucho quisesse processar varias coisas de uma só vez ou algo assim… Quando a tela voltou a aparecer, era a mesma cena das 3 primeiras vezes, exceto que desta vez, Link estava morto no chão em uma posição que eu nunca tinha visto antes nesse jogo. Sua cabeça estava virada em direção a câmera, com o Skull Kid flutuando logo acime dele. Eu não conseguia me mover, não conseguia apertar nenhum botão. Tudo que eu podia fazer era olhar para o cadáver de Link. Depois de mais ou menos 30 segundos, o jogo simplesmente muda para uma tela preta, com a mensagem “You’ve met with a terrible fate, haven’t you? (Você se encontrou com um destino terrível, não foi?)” antes de te mandar de volta para a tela de titulo.
Ao voltar a tela de titulo e começar tudo de novo, eu notei que o meu Save File não estava mais lá. Ao invés de “Link”, ele foi trocado por um outro Save File chamado “YOUR TURN (Sua vez)”. “YOUR TURN” tinha 3 corações, 0 mascaras, e não tinha nenhum item. Eu selecionei “YOUR TURN” e imediatamente quando o fiz, eu voltei para a cena do topo da Clock Tower, com o Link morto e o Skull Kid flutuando acima de mim, com sua risada se repetindo novamente. Eu rapidamente apertei o botão “Reset” do vídeo game, e quando o jogo carregou mais uma vez, tinha mais um Save File adicionado, abaixo do “YOUR TURN”, intitulado “BEN”. O Save File de “BEN” estava bem no lugar que ele estava antes que eu apaguei-o, também no Stone Tower Temple com a lua quase caindo.
Eu desliguei o jogo nesse ponto. Não sou supersticioso nem nada, mais isso era MUITO fudido, até pra mim. Eu não joguei esse jogo hoje, caramba, nem consegui dormir direito na noite passada. Eu ficava ouvindo a Song of Healing revertida na minha cabeça e me lembrando da minha sensação de desespero enquanto explorava Clock Town. Eu dirigi hoje de volta até a casa daquele velho para fazer algumas perguntas a ele, junto com um amigo meu (Nem fudendo eu iria voltar pra lá sozinho), apenas para achar uma placa de “VENDE-SE” em frente ao jardim, e quando eu apertei a campainha, ninguém estava em casa.
E agora eu estou aqui novamente, escrevendo o resto dos meus pensamentos e do que aconteceu. Me desculpe se tiverem alguns erros gramaticais, é que eu não estou dormindo direito nesses dias. Estou aterrorizado por este jogo, ainda mais agora que eu estou escrevendo isso e passando por todo o horror uma segunda vez. Porem eu ainda acho que há mais coisas por trás disso tudo, e eu sinto que tem algo me chamando para investigar ainda mais. Eu acho que “BEN” está por trás disso tudo, mas ainda não sei por que, e se eu apenas pudesse conversar com aquele misterioso velho, talvez eu pudesse achar algumas respostas. Preciso de mais 1 dia para me recuperar antes de voltar a jogar o jogo novamente. Ele já tirou uma boa parte da minha sanidade, eu sinto isso, mas da próxima vez que eu jogá-lo, estarei gravando tudo o que se passa. A idéia de gravar aquilo só me veio perto do final, então você vera os últimos minutos do que eu vi (Incluindo Skull Kid e a estatua). O  vídeo já esta no Youtube,  O Link  do video logo abaixo:



quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

DOSSIÊ SINISTRO - Lugares mal-assombrados part.1


 ~Little Killer &  Zombie Anonima

DOSSIÊ SINISTRO - Lugares mal-assombrados part.1



Olá queridos psicopatas, ontem nós assistimos o final de temporada de Paranormal Witness, então 
decidimos mostrar para quem não acredita muito em "fantasmas" que fora das telas, fenômenos 
paranormais também podem acontecer.
Então, preparamos esse Dossiê Sinistro para mostrar os cinco lugares mais macabros do mundo.
===========================================================================
A casa em Amityville


Em Junho de 1965, o Sr. Ronald DeFeo adquiriu a casa nº 112 na rua Ocean Avenue. Era uma casa linda, com uma arquitectura ao estilo Holandês, bastante espaçosa e com uma casa de barcos, um anexo com ligação ao rio.
Parecia o Sonho Americano: uma casa de sonho, família feliz e muito dinheiro para gastar.
Os DeFeo até colocaram uma tableta em frente á sua casa onde se podia ler ”Grandes Esperanças”, como que um símbolo da fortuna da família.
Mas havia um lado negro escondido na família, o filho mais velho do casal, Ronald "Butch" Júnior, consumia drogas e praticava pequenos roubos, o que levava a frequentes e violentas discussões com o seu pai.
No dia 13 de Novembro de 1974 enquanto toda a família dormia nos seus quartos, Ronald "Butch" Júnior estava a ver televisão no segundo piso, quando se levantou e pegou na sua carabina (uma Marlin Rifle .35).
Dirigiu-se primeiro ao quarto de seus pais e disparou dois tiros contra o seu pai Ronald DeFeo e seguidamente disparou mais dois tiros contra a sua mãe Louise.
De seguida matou os seus dois irmãos John e Marc e posteriormente também as suas duas irmãs Dawn e Allison.

Até ai tudo bem um homicido comum, cruel mais comum, o que poucos ficaram sabendo foi que "Butch" alegou a policia que estava sendo possuído por um demônio. Claro que a policia não acreditou e butch foi condenado. 
Mais e se o que butch dizia fosse verdade? E se alguma entidade maligna realmente o forçou a matar toda a sua família a sangue frio? E se os que foram mortos na casa não descancaram em paz?
Foto real tirada pela familia Lutz após comprar a casa em Amityville.

   Vamos agora falar de uma outra família, os Lutz. Um ano depois do massacre da família Defeo, a casa foi vendida, mais precisamente em dezembro de 1975, para a família Lutz, que era composta por George e Kathy Lutz e seus 3 filhos Daniel, de 9 anos, Christopher, de 7 e Missy, de 5... Mesmo sabendo da história trágica da casa, os Lutz diziam não se importar e mudaram-se para ela, mas antes levaram um padre para abençoar o local. Não funcionou pelo visto, pois a família Lutz ficou somente 28 dias no local. Eles simplesmente fugiram, deixando todas as suas coisas para trás!

Eles relataram que surgiam enxames de moscas do nada, portas e janelas abriam e fechavam brutalmente, mãos invisíveis os arranhavam durante a noite, ouviam barulhos, sons de tiro e até visões de fantasmas, enfim, o local estava mal-assombrado.
A família Lutz então chamou o escritor Jay Anson para escrever um livro documentando suas experiências e em 1977, a editora Prentice Hallpublicou o livro com o título "Horror em Amityville" e o classificou como uma "história baseada em fatos reais". O prefácio do livro dizia:

Os nomes de pessoas mencionadas neste livro foram modificados para manter sua privacidade. Porém, os fatos e acontecimentos apurados são estritamente verdadeiros.

Foram vendidas mais de 3 milhões de cópias do livro e os Lutz viajavam pelos EUA contando sua história. Também foi produzido um filme em 1979 baseado no livro que arrecadou U$ 80 milhões! Para os fãs, o filme inspirou mais três sequências: 
Amityville II: A PossessãoAmityville 3-D, e um especial para TV Amityville IV: A Maldição. Em 2005 foi lançada uma refilmagem do original Horror em Amityville.

Vários investigadores ficaram sabendo da casa mal-assombrada e resolveram investigar o local, e é claro que as maiores celebridades no assunto foram fazer uma investigação: Os Warrens! O demonologista Ed Warren e a médium clarividente Lorraine Warren fizeram uma investigação completa do caso e concluíram que a casa era realmente assombrada. Toda a história pode ser lida no website oficial da The New England Society For Psychic Researc, organização fundada pelos Warrens em 1952.


terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O Lado Negro de ''Teletubbies''



~Beky


Olá eu sou  a Beky  como  podemos ver, estou  com  mais Histórias arrepiantes que contam o lado  negro  de desenhos animados e etc... . Te desejo  uma  boa leitura  MEU ADORÁVEL PSICOPATA ..OBS:  SE VOCÊ  FOR MEDROSO NUNCA  DESLIGUE  A  LUZ  DO  SEU  QUARTO  QUANDO  FOR ENTRAR  NO  NOSSO BLOG  PARA LER AS HISTÓRIAS  POIS SÃO  ATERRORIZANTES  ME CAUSAM  ARREPIO D:   BOA SORTE MUAHAHAHAHAHAHAHAHA  ( te desejo  uma noite muito  macabra ).
                           O Lado Negro de ''Teletubbies''

Teletubbies e o Universo do Meio 

Quem assistiu aos episódios bobos de Teletubbies nunca iria imaginar que existe a possibilidade de conter neles uma verdade perturbadora. O programa produzido pela BBC em parceria  com RagDoll tinha o propósito nobre de divertir o público infantil, no entanto, Teletubbies nunca deixou de ter um aspecto esquisito e sinistro. Na trama, seres parecidos com grandes ratazanas gordas com antenas se comportavam de forma idiota o tempo todo, em um lugar que parecia uma colina verdejante.

Todas as idéias bizarras assistidas nos 365 episódios sairam da cabeça de um único homem: Andrew Davenport e é nesse ponto que a história começa a ficar interessante. Davenport é o diretor criativo da Ragdoll e um campeão de audiência nos programas que levam sua autoria. Ingressou nesse ramo após concluir seu curso na Universidade de Londres. O sucesso e a fama de Andrew sempre foram destaque da impressa da sua cidade natal, Folkestone, assim como o seu lado negro, um lado tão obscuro que Davenport nega veementemente, talvez porque queira esquecer.
Durante sua infância, Andrew teve problemas na escola, sendo obrigado à estudar em um colégio que era um tipo de escola militar nas proximidades de Folkestone que tinha a má fama de “maltratar” seus alunos. Nesse período, Davenport compulsoriamente se submeteu ao rigoroso “Plano de Disciplina” da colégio. Dentre os eventos desse plano estava passar um final de semana em uma base militar onde é a atual RAF Menwith Hill Station, em Harrogate.
Depois dessa viagem Andrew voltou transtornado. Aquele menino sempre "elétrico" virou uma criança séria, sem expressões. Sempre cabisbaixo pelos cantos, o jovem nunca tocou no assunto abertamente. Chegou a frequentar um psiquiatra para se livrar do trauma mas não obteve sucesso. Com o tempo o impacto dos acontecimentos da viagem diminuiram até se anularem nas profundezas da alma de Andrew. E ficou lá, escondido, até o dia em que Davenport decidiu colocar as idéias no papel: era o programa do Teletubbies.
Agora, o já adulto Andrew apresentava aos executivos da BBC, o projeto para esse programa infantil: tudo muito bom, muito simples … ou pelo menos era o que parecia ser. Em um certo dia, Davenport foi à uma festa com toda a equipe do programa. O diretor exagerou um pouco na bebida e terminou em um estado deplorável. No meio da choradeira, Andrew começou a confessar aos presentes sobre um tal "Operação Mider”. Segundo suas palavras, durante a viagem feita com o colégio militar aos seus 13 anos de idade, Andrew e seus colegas terminaram submetidos à um experimento de uma Operação chamada pelos militares de Mider. Todos foram postos em uma cúpula que“parecia feita de um plástico líquido" e permaneceram ali enquanto uma luz fortíssima tomava toda a esfera. Andrew revela que desmaiou, acordando em um lugar totalmente bizarro. Nesse lugar, nada parecia fazer muito sentido, as leis da Física não eram respeitadas e as criaturas que habitavam o local não tinham nada a ver com qualquer animal que habitava o nosso planeta. Eram seres parecidos com grandes ratos humanoídes, com cerca de 2 metros de altura, vestindo uma roupa metálicas e com antenas em cima das cabeça. Na região do abdomen desses seres havia uma display que demonstrava tudo aquilo que eles pensavam e até mesmo o que Andrew pensava. Todos se comportavam de maneira boba, emitindo algo parecido com risadas o tempo todo. Pareciam crianças. Andrew e mais três de seus colegas permaneceram nesse local, segundo sua perspectiva, por longos meses. Se comunicavam com as criaturas por pensamento e elas materializavam tudo aquilo que eles desejavam, quase sempre com um sorriso no rosto. Certo dia, no meio desse ambiente incomum, Andrew e seus colegas encontraram um pilar, uma pedra em forma cilindrica, que emitia uma luz intensa. Curioso, um dos colegas de Andrew terminou por tocar nesse cilindro e desapareceu. Os outros ficaram temerosos e saíram dali correndo. O pobre rapaz voltou ao seu lar, um globo com janelas tortas que flutuava, aonde as criaturas viviam. Porém, conta o próprio que certo dia o pilar cilindrico apareceu ao lado da sua janela. Andrew temia tocá-lo mas uma das criaturas transmitiu um sentimento positivo fazendo com que Andrew criasse coragem. E ele tocou e acordou dentro da esfera da base militar no momento exato em que aparentemente teria desaparecido. Davenport disse à sua equipe que aquilo tinha sido real demais para ser uma ilusão. Os seus outros colegas do experimento também tiveram a mesma visão de Davenport. Do total de 13crianças, apenas ele e mais três colegas foram parar naquele lugar, os demais foram cada um para um lugar diferente. Andrew ainda concluiu dizendo que os responsavéis falaram que haviam obtido sucesso no acesso do“Universo do Meio”.
No dia seguinte, Andrew negou tudo que falou para equipe. Disse que era um pensamento bobo, para não acreditarem em nada e se calou por meses. Não se ouviu mais Andrew, senão quando tinha que dar uma ordem.
A história era estranha demais para ser mentira. Anos depois, estudiosos da Teoria das Cordas revelaram que poderia existir entre dois universos paralelos um lugar em que as leis da Física que conhecemos não se aplicariam. Acreditam eles que era um espaço vazio, sem vida, o vacuo. Mas talvez eles estejam errados, talvez exista algo, existam os “Universos do Meio” e talvez Andrew tenha sido um dos primeiros humanos a visitá-lo. Talvez essas criaturas nos visitem… o tempo todo.


Dolls Maker - AS BONECAS HUMANAS .

                                 


        ~kid crazzy

                           Dolls Maker - AS BONECAS  HUMANAS .


Era o cara dos sonhos. Gentil, educado, um verdadeiro lorde. Nunca foi em sua casa pois ele morava sozinho e "não ficava bem pra uma moça de família ir na casa de um homem solteiro”. Ela amava isso nele, mas também estranhava. As vezes queria ir mais longe mas ele sempre muito respeitador não permitia. Se acostumou com isso enfim.
As amigas perguntavam, instigavam e ela sempre escapava das respostas. Não queria decepcioná-lo, mas um dia não aguentou e pediu para ir em sua casa.
- Ainda não amor… – ele dizia. – Um dia vamos ficar juntos para sempre.
- Mas amor… Eu confio em você. Sei que nunca fará nada que eu não queira. Me deixe ver pelo menos como é...
Passou a noite insistindo mas não houve jeito. Ele a deixou na porta de casa para ter certeza que ela não o seguiria depois e assim passaram-se os dias.
Ela se irritou. Em um dia de feriado, levantou cedo e foi. Sabia que ele estaria em casa afinal, no dia anterior houve uma festa da empresa. Sabia onde era mas nunca tinha entrado e nesse dia tocou a campainha e fez praticamente uma vigília do lado de fora. Ele ligou para ela, pediu que fosse embora, mas ela não queria conversa. Nem as dores de cabeça que ele sentia devido a leve ressaca foram suficientes e então ela entrou.
Viu vários papéis e anotações sobre a mesa de centro e alguns aparelhos cirúrgicos sobre o sofá. Ele a olhava com aquela cara que as pessoas fazem quando estão com dor e ela não reparou quando ele trancou a porta.
- Pronto. Você queria entrar. Entrou. Satisfeita?
- Nossa amor. Pra quê tanto mistério? E por que esses aparelhos se você nem é médico?
- Você pergunta demais… Quer saber coisas demais.  - Agora ele estava próximo da mesa e recolhia e organizava alguns papéis.
- O que você está me escondendo?
- Isso.
Ele lhe deu os papéis e foi para a cozinha. Ela notou que ele tinha anotado toda a sua rotina e medidas do corpo, desde o peso ao tamanho do pulso e comprimento do cabelo. Quando ele voltou, ela sentiu apenas uma forte dor de cabeça e não viu mais nada.
Ao acordar viu um taco de beisebol no chão e sentiu um lado da cabeça latejar. Com a consciência retomada percebeu que estava amarrada em uma cadeira e ele estava sentado em outra a sua frente. Ele olhava para ela com olhos famintos e inquietos, olhos grandes de um bicho que está prestes a atacar.
- Você sabe o que são os Dolls Makers?
- O que está acontecendo?
Dolls Makers, são uma organização que produz bonecas sexuais. Porém, só quem tem muito dinheiro mesmo consegue adquirir o material deles afinal, o processo de fabricação é longo, mas o material é de excelente qualidade.
- Do que você está falando?
- Preste atenção meu amor, senão você se perde… Eu pensei em adquirir uma boneca por eles, mas eu ainda não tenho muito dinheiro e percebi que era mais barato aprender a técnica deles do que comprar feita. Claro que a qualidade não vai ficar tão boa mas… Vai servir.
- Por que está me olhando assim?
- Sabe como as bonecas são fabricadas? Os Dolls Makers que caso você queira saber, não existem por aqui, pegam meninas de orfanatos, entre 9 e 10 anos e as levam para suas casas. Lá eles lhes dão banhos e depois várias anestesias. Depois eles amputam seus braços um pouco acima dos cotovelos e as penas bem acima dos joelhos, assim elas jamais poderão fugir deles.
Mas como esteticamente, tocos de braços e pernas são feios, eles anexam uma barra de metal de pelo menos cinco centímetros bem firme ao osso antes de costurarem as feridas. A outra ponta da barra é em formato de rosca de parafuso para que se possa colocar qualquer coisa ali e pendurar a boneca onde quiser…
- Pare, me solte! Eu não quero ouvir mais! Você é louco.
- Calma meu bem! – Ele agora segurava seu queixo com a mão firme. – Você não queria entrar? Então vai ouvir até o fim!
Ele tremia mas a mão segurava seu rosto frágil extremamente forte. Ela sentia sua respiração quente a frente do rosto e notou como seus olhos brilhavam.
- Eles cuidam das feridas para não infeccionarem e uma vez curadas, são colocadas bases de silicone e veludo branco para ficar mais bonito visualmente. Uma vez com os braços e pernas completamente recuperados, se as meninas sobreviverem, é hora de cortar suas cordas vocais e tirar seus dentes, e pra não deixar elas simplesmente banguelas, é colocado uma prótese de silicone, assim, se tentarem morder não machuca. Seus olhos também são danificados de forma que ela não vai conseguir enxergar mais que vultos e luz. Depois de toda a recuperação é feito todo um treinamento e assim elas se tornam brinquedos sexuais vivos.
- Isso é... Doentio. Me solta agora! – Ela começou a gritar.
- Já disse. Cala a boca! – Ele se aproximou tanto de seu rosto que teve medo de levar um soco. – Como eu ia dizendo, além de todo esse processo, quem compra a boneca fica totalmente responsável por ela pois ela vai precisar de ajuda para comer e para todas as suas necessidades. Eu adoraria comprar uma mas…
Não tenho dinheiro para comprar e nem dinheiro para ir no lugar onde são fabricadas, então, resolvi fazer uma pra mim, só que já crescidinha. – Ele deu um sorriso bem aberto onde era possível ver todos os seus dentes. Era um sorriso insano e ao olhar em suas mãos, ela percebeu que ele agora segurava uma seringa e se aproximava dela novamente.
- Você vai ser minha boneca meu amor… Eu queria esperar mais, para conseguir uma desculpa convincente para seus pais e amigos, mas você, não me deixa outra escolha…
- Me solta, por favor! – Ela chorava. – Eu prometo que não conto nada pra ninguém e nunca mais te procuro. Prometo de não vou te denunciar pelas suas insanidades mas por favor, me deixa ir embora!
- Meu amor… – disse ele suavemente passando a mão em seu rosto – Você que quis entrar aqui. Eu não ia deixar, mas você insistiu. Minha dor de cabeça ainda não passou. Você queria entrar e entrou, mas agora não vai sair mais. – sua voz era grave e pesada e só fez com que ela chorasse mais e mais alto, com isso, levou um tapa forte na boca e logo em seguida sentiu a agulha em seu braço.
Ao acordar, estava deitada e amarrada numa maca, e ele com um jaleco branco preparando mais seringas.
- Agora que você já está mais calma, vamos começar o procedimento. Se meninas de nove e dez anos aguentam, tenho certeza que você meu bem também vai aguentar. – ele dizia isso com o mesmo sorriso insano de satisfação no rosto. Ela ia tentar gritar mas quando percebeu já estava adormecendo de novo e então, o processo começou.